O cidadão manda mensagem para o número da prefeitura
O menu responde na hora, de madrugada, no feriado, no domingo. Ele pergunta o assunto em português claro e já avisa quando o setor volta a funcionar, em vez de deixar a pessoa no vácuo.
O cidadão manda uma mensagem no número que a prefeitura já tem. O robô resolve o que dá para resolver na hora, abre protocolo do que precisa de gente — e o atendente assume no painel, do computador da sala ou do celular.
Quem trabalha o dia inteiro precisa faltar ao serviço para resolver cinco minutos de conversa no guichê.
A mesma pergunta chega dez vezes por dia, sempre pela linha que a equipe usa para trabalhar.
Sem número para cobrar, ninguém sabe dizer onde parou — nem o cidadão, nem o secretário.
Nada disso é falta de vontade da equipe. É que o único canal disponível é presencial — e ele fecha.
São as mesmas três situações em que o sistema classifica cada conversa. Quem acompanha pelo painel vê exatamente estes estados.
O menu responde na hora, de madrugada, no feriado, no domingo. Ele pergunta o assunto em português claro e já avisa quando o setor volta a funcionar, em vez de deixar a pessoa no vácuo.
Segunda via de guia, link de serviço, horário de funcionamento, agendamento: sai na hora, sem ninguém do outro lado. O que precisa de gente vira protocolo e cai na fila da secretaria certa, já com o histórico da conversa junto.
A resposta chega no mesmo WhatsApp que o cidadão já usa. O protocolo guarda quem atendeu, quando, o que foi dito e o que foi anexado — e pode ser reaberto depois sem começar do zero.
Cada recurso resolve uma cena que acontece toda semana no balcão.
O cidadão escolhe o assunto e cai direto no setor certo, sem passar por três pessoas.
Toda conversa vira um número que a pessoa pode cobrar depois — e que o gabinete pode consultar.
Cada secretaria vê só o que é dela. O que ninguém pegou ainda fica destacado em âmbar.
O robô marca o horário na agenda do setor, confirma com o cidadão e lembra no dia.
Fora do expediente, o sistema diz quando volta — e não repete o mesmo aviso a cada mensagem.
Segunda via de IPTU e outros serviços com o CPF já preenchido no endereço.
Chegou no lugar errado? Um clique manda para quem resolve, sem o cidadão repetir a história.
Quanto entrou, quanto foi resolvido e quanto tempo levou — por setor e por atendente.
O menu responde a qualquer hora, inclusive fim de semana e feriado.
Aplicativos para o cidadão instalar. Ele usa o WhatsApp que já tem.
Número de WhatsApp é tudo o que a prefeitura precisa ter para começar.
De trilha de acesso guardada, como manda a legislação brasileira.
Cada protocolo é uma ficha com o assunto, o cidadão e o tempo parado. A cor da borda diz o estado sem ninguém precisar ler nada.
Ilustração do painel. Nomes e protocolos são exemplos.
O sistema foi construído partindo do princípio de que a prefeitura vai precisar prestar contas do que fez com a informação de quem procurou o serviço.
Os dados de cada prefeitura ficam em um banco separado — não é uma tabela compartilhada com filtro.
Abrir a conversa de um cidadão, baixar um anexo ou ver um agendamento fica registrado, com data e hora.
Quem administra confirma a entrada com um código enviado por e-mail, além da senha.
Todo arquivo passa pelo servidor com a sessão de quem pediu; nada fica exposto em endereço público.
Pode ser o número que o setor já usa. A gente cuida da parte técnica de ligar esse número ao sistema.
Uma pessoa por secretaria já resolve no começo. Cada uma recebe o próprio acesso, com o setor dela.
É o tempo de listar os setores, os assuntos que mais chegam e o horário de cada um. O resto é com a gente.
Com um número de teste, do jeito que o cidadão vê. Se fizer sentido para o município, a gente fala de prazo e de valor depois — não antes.